quarta-feira, 21 de maio de 2008

No pé do ouvido...



Há de surgir
Uma estrela no céu
Cada vez que ocê sorrir
Há de apagar
Uma estrela no céu
Cada vez que ocê chorar
O contrário também
Bem que pode acontecer
De uma estrela brilhar
Quando a lágrima cair
Ou então
De uma estrela cadente se jogar
Só pra ver
A flor do seu sorriso se abrir
Hum! Deus fará Absurdos
Contanto que a vida Seja assim
Sim Um altar
Onde a gente celebre
Tudo o que Ele consentir

Não são muito diferentes os meus dias... Sempre ouço a música acima convencida pela idéia de ter sido composta pra ti. E mesmo o músico sem saber capturou do seu elemento: Ar, a essência tua. Essa sensação mágica de amar-te elevou-me. Ainda os pés tocando o chão, sinto não pisar na Terra. Encontrei um vulcão dentro de mim e na sua inatividade provoca-me um enorme temor em explodir. Medo de perder a sua imagem da mira dos olhos meus. Tudo a minha volta causa-me repulsa. Não sinto ódio de nada e ninguém. Apenas um desejo sublime pela verdade. Palavras soltas, alguns detalhes de beleza quase imperceptível e um desejo incontrolável de sentar ao seu lado – pôr do sol - ainda que em silêncio. Um anjo, uma luz e essência pura. Essa tríade é perfeita e responde ao meu chamado pelo nome: VOCÊ!

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